SEM LIMITE PARA O AMOR

Minha foto
LIMPE SEU CORAÇÃO. DEIXE O RANCOR DE LADO. PENSAMENTOS NEGATIVOS. DESEJOS DE VINGANÇA. BLOG CRISTÃO. AQUI NÃO SE FAZ DISTINÇÃO DE RELIGIÃO, RAÇA, SEXO E NENHUM OUTRO TIPO DE PRECONCEITO. TODOS SÃO MUITOS BEM VINDO. ACREDITE... O AMOR VENCERÁ! OBRIGADO A TODOS PELOS COMETÁRIOS. É MUITO BOM SABER DA UTILIDADE DESSE BLOG. DEUS OS ABENÇOE

5 de abril de 2011

Os dez mandamentos do casal

O amor é capaz de superar todos os obstáculos para construir o outro




É mais fácil aprender com o erro dos outros do que com os próprios.






1. Nunca irritar-se ao mesmo tempo

A todo custo evitar a explosão. Quanto mais a situação é complicada, mais a calma é necessária. Então, será preciso que um dos dois acione o mecanismo que assegure a calma de ambos diante da situação conflitante. Se um assunto vai ser motivo de irritação e discursão tola peça para não falar mais nisso, que deixe isso de lado. É preciso nos convencermos de que na explosão nada será feito de bom. Portanto, jamais permita que a explosão chegue a acontecer. "Há criaturas que são como a cana, mesmo postas na moenda, esmagadas de todo, reduzidas a bagaço, só sabem dar doçura..." Vamos nos esforçar para ser essa cana.

2. Nunca gritar um com o outro

A não ser que a casa esteja pegando fogo.

Quem tem bons argumentos não precisa gritar. Quanto mais alguém grita, menos é ouvido. Se gritar resolvesse alguma coisa, porco nenhum morreria... Gritar é próprio daquele que é fraco moralmente, e precisa impor pelos gritos aquilo que não consegue pelos argumentos e pela razão.

3. Se alguém deve ganhar na discussão, deixar que seja o outro

Perder uma discussão pode ser um ato de inteligência e de amor. Dialogar jamais será discutir, pela simples razão de que a discussão pressupõe um vencedor e um derrotado, e no diálogo não. Portanto, se por descuido nosso, o diálogo se transformar em discussão, permita que o outro "vença", para que mais rapidamente ela termine. Discussão no casamento é sinônimo de "guerra"; uma luta inglória. Que vantagem há em se ganhar uma disputa contra aquele que é a nossa própria carne? É preciso que o casal tenha a determinação de não provocar brigas; não podemos nos esquecer que basta uma pequena nuvem para esconder o sol. Às vezes uma pequena discussão esconde por muitos dias o sol da alegria no lar.

4. Se for inevitável chamar a atenção, fazê-lo com amor

A outra parte tem que entender que a crítica tem o objetivo de somar e não de dividir. Só tem sentido a crítica que for construtiva; e essa é amorosa, sem acusações e condenações. Antes de apontarmos um defeito, é sempre aconselhável apresentar duas qualidades do outro. Isso funciona como um anestésico para que se possa fazer o curativo sem dor. E reze, ore pelo outro antes de abordá-lo em um problema difícil. Peça ao Senhor que preparem o coração dele para receber bem o que você precisa dizer-lhe. Deus é o primeiro interessado na harmonia do casal.

5. Nunca jogar no rosto do outro os erros do passado

A pessoa é sempre maior que seus erros, e ninguém gosta de ser caracterizado por seus defeitos. Toda vez que acusamos a pessoa por seus erros passados, estamos trazendo-os de volta e dificultando que ela se livre deles, isso é, se já não se livrou. Certamente não é isto que queremos para a pessoa amada. É preciso todo o cuidado para que isto não ocorra nos momentos de discussão. Nestas horas o melhor é manter a boca fechada. Aquele que estiver mais calmo, que for mais controlado, deve ficar quieto e deixar o outro falar até que se acalme. Não revidar em palavras, senão a discussão aumenta, e tudo de mau pode acontecer, em termos de ressentimentos, mágoas e dolorosas feridas, feridas essas que podem nunca sicatrizar. Portanto, para haver vida no casamento, é preciso haver a paz; e ela tem um preço: a nossa maturidade.

6. A displicência com qualquer pessoa é tolerável, menos com o cônjuge

Na vida a dois tudo pode e deve ser importante, pois a felicidade nasce das pequenas coisas. A falta de atenção para com o cônjuge é triste na vida do casal e demonstra desprezo para com o outro. Seja atento ao que ele diz, aos seus problemas e aspirações.

7. Nunca ir dormir sem ter chegado a um acordo

Isso é muito importante. Se isso não acontecer, no dia seguinte o problema poderá ser bem maior. Não se pode deixar acumular problema sobre problema sem solução. Já pensou se você usasse a mesma leiteira que já usou no dia anterior, para ferver o leite, sem antes lavá-la? O leite certamente azedaria. O mesmo acontece quando acordamos sem resolver os conflitos de ontem. Os problemas da vida conjugal são normais e exigem de nós atenção e coragem para enfrentá-los, até que sejam solucionados, com o nosso trabalho e com a graça de Deus.

8. Pelo menos uma vez ao dia, dizer ao outro uma palavra carinhosa

Muitos têm reservas enormes de ternura, mas esquecem de expressá-las em voz alta. Não basta amar o outro, é preciso dizer isto também com palavras. Especialmente para as mulheres, isto tem um efeito quase mágico. É um tônico que muda completamente o seu estado de ânimo, humor e bem estar. Muitos homens têm dificuldade neste ponto; alguns por problemas de educação, mas a maioria porque ainda não se deu conta da sua importância. Como são importantes essas expressões de carinho que fazem o outro crescer:"eu te amo", "você é muito importante para mim", "sem você eu não teria conseguido vencer este problema", "a tua presença é importante para mim"; "tuas palavras me ajudam a viver"... Diga isso ao outro com toda sinceridade, todas as vezes que experimentar o auxílio edificante dele.

9. Cometendo um erro, saber admiti-lo e pedir desculpas e culpar o outro pelo seu erro

Admitir um erro não é humilhação. A pessoa que admite o seu erro demonstra ser honesta, consigo mesma e com o outro. Quando erramos não temos duas alternativas honestas, apenas uma: reconhecer o erro, pedir perdão e procurar remediar o que fizemos de errado, com o propósito de não repeti-lo. Isto é ser humilde. Agindo assim, mesmo os nossos erros e quedas serão alavancas para o nosso amadurecimento e crescimento. Quando temos a coragem de pedir perdão, vencendo o nosso orgulho, eliminamos quase de vez o motivo do conflito no relacionamento, e a paz retorna aos corações. É nobre pedir perdão! Não devemos dizer: "Errei mas foi por sua culpa, pois você me fez fazer isso." Essa não é a atitude correta de quem errou. A humildade passou longe e no fundo não reconhecemos nosso erro.

10. Quando um não quer, dois não brigam

É a sabedoria popular que ensina isto. Será preciso então que alguém tome a iniciativa de quebrar o ciclo pernicioso que leva à briga. Tomar esta iniciativa será sempre um gesto de grandeza, maturidade e amor. E a melhor maneira será ´não pôr lenha na fogueira´, isto é, não alimentar a discussão. Muitas vezes é pelo silêncio de um que a calma retorna ao coração do outro. Outras vezes será por um abraço carinhoso, ou por uma palavra amiga. Temos que nos vigiar e policiar nestas horas para não permitir que o sangue quente nas veias gere uma série de injustiças com os outros.

Há alguns casais que dizem que vão se separar porque acabou o amor entre eles. Será verdade? Seria mais coerente dizer que o "verdadeiro" amor não existiu entre eles. Não cresceu e não amadureceu; foi queimado pelo sol forte do egoísmo e sufocado pelo amor próprio de cada um. Não seria mais coerente dizer: "nós matamos o nosso amor?" O poeta cristão Paul Claudel resumiu de maneira bela a grandeza da vida do casal: "O amor verdadeiro é dom recíproco que dois seres felizes fazem livremente de si próprios, de tudo o que são e têm. Isto pareceu a Deus algo de tão grande que Ele o tornou sacramento."



"Foge das paixões da juventude (das paixões loucas desregradas), busca a justiça, a fé, o amor, a paz com aquele que invocam o Senhor, de coração puro. Evita as discussões tolas e descabidas (pois elas não leva a nada de bom), sabendo que geram rixas (discórdia, rancor, mágoa, feridas). Ora, não convém que o servo do Senhor viva discutindo, mas que seja manso para com todos (não revidar, pois a discursão é arma dos fracos e sem razão), pronto para ensina paciente. Com brandura, ele deve instruir os opositores, pois talvez Deus lhes conceda que se converta (que veja o caminho da verdade), reconheçam a verdade e voltem à sensatez, livrando-se do laço do diabo (pois tudo isso são armadilhas que o diabo coloca para nós), que os apanhou e sujeitou á sua vontade.

Nenhum comentário:

Postar um comentário